quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Como pode a neurociência ajudar o professor?

     
     A apresentação de Jaderson da Costa, diretor do Instituto do Cérebro e professor titular de Neurologia da Faculdade de Medicina da PUCRS, no 12º Congresso do Ensino Privado Gaúcho divulgou aos participantes os resultados de estudos e pesquisas científicas que podem levar a resultados mais positivos na missão de ensinar. De acordo com Costa, o cérebro "aprende" mais e melhor quando é estimulado por afeto, emoção e recompensa.

     Ele explicou que os avanços neurocientíficos na última década, alicerçados nas novas tecnologias, possibilitaram o maior conhecimento do cérebro humano e embasaram o desenvolvimento da NEUROEDUCAÇÃO, que estabelece a PONTE ENTRE A NEUROCIÊNCIA COGNITIVA E A EDUCAÇÃO. "E uma das máximas que a ciência já comprovou é que não dá para separar razão e emoção. Os bons sentimentos facilitam o aprendizado", informou à plateia de professores e educadores. Com isso, segundo o médico, uma sala de aula em que os bons aspectos afetivos são desenvolvidos rende mais.

     Costa elencou atividades fundamentais para que, tecnicamente, o cérebro evolua:
-  a experiência constrói os caminhos neurais utilizados para aprender e executar tarefas;
- a repetição é necessária para melhorar estes caminhos;
- fazer associações e imitações também é importante com o intuito de memorizar.

     "Além disso, O ELOGIO SEMPRE ATINGE OS CENTROS DE RECOMPENSA DO CÉREBRO E IMPULSIONA SUAS ATIVIDADES", destacou. O conferencista acredita que estas constatações científicas contribuem para que os educadores entendam o funcionamento do aprendizado e possam lidar cada vez melhor com as necessidades dos alunos.  


Fonte: SINEPE- RS

Um comentário:

  1. Excelente contribuição para nós educadores. Aprendi muito, obrigada!

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