sábado, 13 de abril de 2013

Inteligência e criatividade


 


     A inteligência pode ser reconhecida pelo seu raciocínio lógico onde a razão se faz presente na solução das questões. Entretanto a capacidade de pensar soluções inusitadas e originais requerem mais do que inteligência. Poderíamos dizer que pessoas criativas são consideradas pessoas inteligentes, mas nem toda pessoa inteligente é considerada criativa. Paul Torrance, responsável pelos Testes de Criatividade procura medir a dimensão entre o pensamento lateral ou divergente.
    Hoje consideramos como competência pessoal a busca pela inteligência criadora. Uma pessoa inteligente não é aquela que traz capacidades prontas para solucionar desafios, nem a criatividade funciona como um passe de mágica criando soluções do nada. A inteligência criadora é a capacidade de tornar uma adversidade atraente o suficiente para ativar a nossa percepção e usar a razão juntamente com a intuição. Ao se tornar motivado você ativa seu cérebro de forma mais completa e quanto mais aprender a gostar do que está fazendo, maior sua possibilidade de encontrar soluções tanto racionais quanto criativas.
    Uma pessoa entusiasmada com os desafios a superar torna-se altamente perceptiva para o inesperado, para encontrar soluções onde ninguém procura, e, é capaz de realizar operações exaustivas com mais disposição, pois está movida por uma alegria e uma vontade interior.
     Então, como você solucionaria a questão apresentada na imagem?

     Conforme Torrance, o raciocínio vai à busca de respostas lógicas e começa a andar em círculos porque a procura é por algo que se possa colocar dentro da caixa e não por algo que se possa retirar da caixa. Somente rompendo com essa forma racional de pensar é possível perceber que a resposta está no fato da palavra “encher” ter outros sentidos: você “enche” a caixa de buracos, ou seja, somente tirando pedações da caixa é possível torna-la mais leve.


Fonte: NICOLAU, Marcos. Razão & Criatividade: Artigos sobre neurociências e cognição. Revista Eletrônica Temática, 2004.

12 comentários:

  1. Encho com balões de gás hélio, ganhei tchau

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  2. Eu tive a mesma ideia do anonimo acima. Também pensei em raspar pra diminuir a densidade da madeira, mas isso ou enchê-la de buracos seria possivelmente estragar a caixa, então acho que o Torrance não foi tão criativo.

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  3. Sim, todos estão com a razão tendo em vista a aplicação. Este é o risco de quem não admite deixar de responder! Sua criatividade empregou sua inteligência que sai do convencional... O modelo que temos de interpretação é restrito ao autor e não a demanda, não é? Somo campeões de suposições onde apenais um responde pela responsabilidade, a saúde é para todos e não funciona, os recursos naturais são de todos (quando vai para alguém é um produto e ganha pesos e medidas), sendo a patente de quem as transportam e não as de quem mantem. A especulação imobiliária só acontece aonde? E aonde ficamos iguais se seu lixo esta no meu quintal?

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  4. Eu tacava fogo nessa porra que ela passaria a pesar gramas hehehehe e nem precisaria encher.
    E se o torrance disse que faria buracos e nem "encheria" seu interior, então tacar fogo tá valendo heim!

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  5. Ana Cláudia Pereira13 de abril de 2013 23:01

    Meu filho acertou imediatamente!!!!Orgulho da mãe...enchia a caixa de buracos...muito criativo!!!!!

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  6. Eu na realidade mudaria a caixa para outro planeta, a lua por exemplo, já que a gravidade lá é menor que aqui ,logo o peso seria menor ,simples assim.

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    1. Lua não é planeta. E eu também encheria com balões de gás hélio.

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  7. Colocaria cupins , pois assim roeriam a caixa que é de madeira, logo diminuindo o peso. Quem disse que colocar balões com gás hélio não altera no peso, no mais poderia elevar a caixa ou coisa tal, nas continuaria com um Kiko!

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